COMUNICADO À IMPRENSA:
O desaparecimento de Lovinsky Pierre-Antoine, ativista dos direitos humanos haitiano, preocupa cada vez mais a comunidade internacional

O ativista de direitos humanos haitiano, internacionalmente conhecido, Lovinsky Pierre-Antoine, está desaparecido no Haiti, desde 12 de agosto.


Greve Global das Mulheres 2007

Celebrando o Dia Mundial da Mulher ao redor do mundo

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O Greve Global das Mulheres e a Payday, uma rede internacional de homens, lutam juntos para conseguir reconhecimento econômico e social em defesa de todo trabalho de cuidado não pago e reivindicam a devolução de verbas militares para a comunidade, a começar pelas mulheres que são as primeiras a cuidar das pessoas em qualquer parte do mundo. Nós exigimos um mundo que invista em cuidar não em matar. (Exigências abaixo).

 

Desde Março de 2006, as organizações que coordenam o Greve e a Payday têm feito em outros países:

 

l Lutado contra a guerra no Iraque e a "Guerra ao terrorismo", e também a luta pelo direito de protestar na frente do parlamento Britânico. l Trabalharam com as mães e parentes dos soldados americanos e britânicos que recusaram em ir à guerra especialmente a mãe do Tenente Ehren Watada, Carolyn Ho. l  Apoiaram os Israelitas e outros recrutas, homens, mulheres, homossexuais e heterossexuais, que recusaram a se juntar ao exército, especialmente Mehmet Tarhan na Turquia. l  Batalharam contra prisão perpétua por recusadores Britânicos.l   Participaram de uma demonstração pública no intuito de parar o reabastecimento de aviões militares Norte-Americanos nos Aeroportos Irlandeses.l   Marcharam contra as atrocidades militares no nordeste de Uganda, para abrir caminho à multinacionais, e protestou contra a falta de água e comida ali presentes.l   Trabalharam contra as ocupações assassinas e racistas dos EUA-ONU com ocupações no Haiti e deu aos haitianos o direito de expressar nos EUA seus conflitos.l   Ganharam na Índia a libertação de centenas de mulheres, homens e crianças dos trabalhos forçados, marchou contra o assédio sexual dos donos de terra, e reuniu os Dalit (povo rural), mulheres tribais e trabalhadores domésticos urbanos.l   Ganharam reconhecimento pelo direito dos trabalhadores domésticos de Trinidad e Tobago e no Peru onde os trabalhadores têm formado uma união de comércio, e estão dirigindo seminários de alta ajuda para mulheres indígenas e outras mulheres rurais migrando para as grandes cidades. l   Apoiaram as mulheres do México a se organizarem contra a fraude eleitoral estupro e outras repressões. l   Foram contra as construções de barragens que inundaríam vilarejos curdos na Turquia. l   Organizaram ao redor divisões raciais para acabar com a violência racial e doméstica na Guyana e ganhou de volta a maioria dos impostos sobre a cesta básica e outras necessidades. l   Fizeram campanha nos EUA para uma cooperatividade para boicotar mercadorias israelenses e para agilizar protestos no Reino Unido para protestar contra o bombardeamento do Líbano. l   Trabalharam com sobreviventes dos furacões Katrina e Rita, para levantamento de fundos, reconstruindo moradias pelo governo, e para expor roubos a organizações que providenciam ajuda. l   Protestáram a distribuição de leite formulado que é menos efetivo a amamentação materna na África e no Iraque, e defendeu o direito das mães amamentarem sendo portadoras do HIV +. l   Ajudaram com moradia e dinheiro para mães na Venezuela; Participou como uma rede (72 pessoas de nove paises) no Fórum Social Mundial, lá presentes lançaram o nosso novo livro sobre Banco de Desenvolvimento da Mulher e fizeram um filme sobre nossa jornada para publicar a revolução em que as mulheres são o centro. l   Co-ordenaram um tour para idiomas Europeus para dois grupos de organizadores comuns, que representam o “Greve” e o “Payday” na Venezuela. l   Fizeram campanha para a Constituição da Irlanda pedindo reconhecimento do pré-natal, incluindo até pagamento, como a Constituição da Venezuela faz. l   Fizeram campanha para trabalhadoras sexuais pelo direito de segurança e proteção, para as mães solteiras direito de uma renda durante o processo pós-parto, e pelo direito de pessoas com desabilidade físicas e de pessoas da terceira idade a uma renda decente, plano de saúde, serviços e transporte. l   Ajudaram a ganhar asilo político no Reino Unido para muitas mulheres fugindo da homofobia, estupro e tortura na ditadura e procuração de guerra na África e noutros lugares. l   Peticionaram na Espanha salários para pessoas que cuidam de parentes e por benefícios a serem estendidos às mães. l   Trabalharam com organizações antiestupro para estupradores e racistas para serem processados e condenados, e para sobreviventes para que sejam recompensados em vez de oprimidos, e seu anonimato protegido. l       Duelaram publicamente o setor voluntário e aquelas feministas que fazem carreiras dando a entender que estão nos representando enquanto programam políticas governamentais de privatização, cortes e deportação.  l       Juntaram suporte de advogados e jornalistas para um julgamento justo do Jornalista negro Mumia Abu-Jamal no corredor da morte. l   Fizeram visível o trabalho da justiça por mulheres lutando pelos seus entes queridos que foram mortos, aprisionados ou feridos. l   Tornaram o tratamento de saúde holístico disponível. l   Aprofundaram nosso conhecimento de Marx e nosso entendimento de como ele pode nos ajudar a mudar nosso mundo...

 

E nós trabalhamos arduamente para manter e expandir nossa rede internacional, via e-mail, web-sites, viagens, e chamadas via Skype; mantemos nossos centros da mulher (um novo centro Greve na Índia Central!), atualizamos nossa tecnologia e aprendemos novas habilidades e idiomas. Nós temos traduzido materiais em muitos idiomas, especialmente em Espanhol, Turco, Italiano, Hindu, Alemão, Árabe, Francês e Inglês. Temos alguma cobertura da mídia para esse trabalho e para outros movimentos populares em luta, em particular no programa de rádio semanal com durabilidade de uma hora em Los Angeles apresentado pelo co-ordenador da Mulher de Cor do Greve Global das Mulheres. Sim, foi um ano movimentado e mais trabalho nos vem à frente, mas temos muitos mais amigos e estamos mais efetivos enquanto o movimento fica mais forte internacionalmente.

 

Nossa conexão com a revolução em desenvolvimento na Venezuela é um poder para tudo que fazemos. Em um país ao menos o governo não está treinando mão armada contra nós ou emprisionando “encrenqueiros”. Em vez disso, os esforços criativos de mulheres e os movimentos populares geralmente para remodelar toda a sociedade de baixo pra cima são reforçados e representados pelo Presidente Chávez. Os filmes Greve sobre a revolução estão circulando com subtítulos em alguns países.

 

Como um movimento popular, nós confrontamos o envenenamento e a destruição do solo, do ar, da água, da comida, do clima, e da saúde do planeta e de todos nós. Em todos os lugares mulheres estão lutando com o trabalho dobrado e até triplicado durante o dia, os ricos ficando cada vez mais ricos e a maioria de nós mais pobres. Enquanto as feministas têm ajudado a assegurar que mais mulheres fiquem em posições de poder, a maioria delas tem seguido ordens em vez de responder às necessidades do movimento popular. Agora é o tempo para nosso movimento reavaliar cada questão.

 

Poder para as irmãs pararem o mundo e mudá-lo.

 

Comitê de Co-ordenação de Londres.

 

 

Exigências da Greve

·         Pagamento para todo trabalho voluntário (cuidados especiais por pessoas) – em salários, pensões, terra e outros recursos. O que é mais valioso do que educar crianças e cuidar pelos outros? Invista na vida e no bem estar, e não no exército, ou casa de detenções.

·         Salários iguais a homens e mulheres no mercado de trabalho global.

·         Segurança alimentícia às mães pós-gestantes, com contas de hospital pagos e licença de trabalho. Parem de nos penalizar por sermos mulheres.

·          Não pague as “dividas do Terceiro Mundo”. Nós não devemos nada, são eles quem nos devem.

·          Acessibilidade à água limpa, plano de saúde, residência, transporte e alfabetização.

·         Energia limpa e tecnologia que faz com que trabalhemos menos. Todos nós precisamos de fogão, geladeiras, máquinas de lavar, computadores e tempo livre!

·          Proteção e asilo político de toda violência e perseguições, incluindo a dos membros da família e pessoas em posição de autoridade.

Liberdade de locomoção. Liberdade de ir e vir interestadual, por que não gente?

 

www.globalwomenstrike.net

 

 

Greve Global das Mulheres, Crossroads Women's Centre, 2
30a Kentish Road, London, England, NW3 2AB
womenstrike8m@server101.com +44 (0)20 7482 2496

Conferência

Estupro,Racismo e Prostituição
Campanha por justiça no Século XXI
 

Sábado, 10 de Março
10h00 às 17h00

Igreja Trinity Reformed

Buck Street, London NW1

(Kentish Town Road end, atrás do Sainsbury,
Camden Town tube)

Entrada: £20 organizações com capital e Profissionais; £10 assalariados; £5 pouco assalariados; £3 não remunerados; asilados políticos grátis Ninguém recusado por não ter dinheiro. Acesso à cadeira de rodas (acesso a banheiros)

Todos serão bem-vindos

  Programa

9h30min. – Registro, chá e café.

10h00 às 12h00 – Estupro e violência doméstica – Justiça PODE ser ganha. com o Projeto de Ação de Estupro das Mulheres Negras e Mulheres contra o Estupro.

Muita coisa mudou desde o movimento moderno contra o Estupro começou há 30 anos. Estupro no casamento agora é reconhecido como crime. Poucas pessoas acreditam que  “elas queriam”. Mas homens violentos ainda se livram: enquanto o índice de denuncia contra estupro caiu 5.3%, mais mulheres denunciando estupro estão sendo presas. E muitas mulheres pedindo asilo são deportadas.

Mulheres irão falar sobre: como sobreviver ao estupro e violência doméstica; como sobreviver ao sistema criminal de justiça; como sobreviver ao estupro, guerra e ditadura, e depois como sobreviver às autoridades de imigração; como ganhar um processo jurídico; como ganhar contra deportação; uma nova e revolucionária lei antiviolência na Venezuela.

12h00 às 13h00 - Almoço – Comida vegetariana por um preço acessível.

13h00 às 14h30min. - Raça e racismo – A responsabilidade das autoridades perante as mulheres de cor.

Com as Mulheres de Cor no Greve Global, e Projeto de Ação de Estupro das Mulheres Negras.

Os eventos Big Brother mostram que mais pessoas querem superar as divisões entre nós. Mas os estabelecimentos atacam o multiculturalismo reforçando essas divisões, e esconde as realidades econômicas e sociais do racismo. Somente 7% dos ataques raciais resultam em condenação. O esforço das mulheres que procuram asilo que visam detenção e deportação faz parte do movimento anti-racismo e movimento antisexista, mas, as mesmas não são reconhecidas. O custo de mulheres da “guerra contra o terrorismo” e invasão policial em comunidades mulçumanas tem sido altamente encoberto.

Iremos ouvir sobre: mulheres que devem fazer o trabalho da justiça de cuidar, e de defender famílias; o trabalho árduo de uma condenação por um ataque contra uma mulher mulçumana; Mulheres defendendo homens – Mumia Abu-Jamal no corredor da morte.

14h30min. às 15h00 – Chá

15h00 às 16h30min. - Prostituição -  Segurança em primeiro lugar

Com a English Collective of prostitutes e a US PROStitutes Collective.

O trágico assassinato de 5 moças em Ipswich causou um protesto sem precedentes. Todos os tipos de pessoas agora entendem que a transgressão do sexo concedido, quer seja mulheres ou clientes, degrada a prostituição e faz as mulheres mais vulneráveis à violência e exploração. A maioria dos ataques não é reportada por medo da prisão, ou quando é reportada, a polícia os ignora. Quando as mulheres prostitutas não estão seguras, nenhuma mulher está segura.

O lançamento da “Safety First Coalition” (a primeira coalizão de segurança) para descriminalizar sexo remunerado, está baseado no êxito na Nova Zelândia e viabiliza alternativas econômicas e tratamento de saúde.

16h30min. -17h00 - Atuar em conjunto para ganhar a Justiça.

Estamos ativamente trabalhando por mudança e precisamos discutir as propostas e sugestões que venham surgir durante o dia.

 

Greve Global das Mulheres – 8 de março de 2006
Fim da Pobreza, Guerra e Devastação do Meio-Ambiente
– Invista em Cuidar, Não Matar!

Especial FSM 2006: Processo revolucionário feminino

6ª Greve Global das Mulheres — 8 de Março de 2005

Extratos das convocatórias de ação,
Greve Global das Mulheres

Mamãe, o que é Greve Mundial das Mulheres?

Trecho da declaração das mulheres da América Latina e Caribe

O que os homens dizem sobre a Greve

Testemunho do Distrito Rural de Kaabong, Uganda

MAMÃE... O QUE VOCÊ FEZ NA GREVE MUNDIAL DAS MULHERES?

LIMA, PERU – TRABALHADORES DOMÉSTICOS PRESSIONAM POR LEI

A LUTA OCULTA

EUA: ‘Welfare’ é nosso direito

ARGENTINA: ORGANIZANDO A SOBREVIVÊNCIA EM MEIO À CATÁSTROFE

INGLATERRA: ASILO PARA VÍTIMAS DE ESTUPRO

A Greve Mundial das Mulheres é coordenada por...

Por que as demandas das mulheres foram excluídas do Manifesto para o 
Dia Europeu de Ação pelos direitos dos imigrantes e dos requerentes de asilo?

Revolução venezulena - Convocatória de mulheres às mulheres de todo o mundo

Uma petição a todos os governos QUE SE INVISTA EM CUIDAR, NÃO EM MATAR!

GREVE MUNDIAL DAS MULHERES – 8 DE MARÇO 2003,
2º ATUALIZAÇÃO INTERNACIONAL - AS MULHERES DIZEM NÃO À GUERRA INVESTIR EM CUIDAR, NÃO EM MATAR

IV GREVE MUNDIAL DE MULHERES
CONVOCATÓRIA DE AÇÃO PARA O DIA 8 DE MARÇO DE 2003

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